Home Data de criação : 08/08/20 Última atualização : 08/10/05 21:48 / 16 Artigos publicados

Louvação a Oxalá -1  escrito em quarta 20 agosto 2008 22:45

Oxalá criou a terra

Oxalá criou o mar

Oxalá criou o mundo

Onde reinam os Orixás (2x)

A pedra deu pra Xangô

Meu pai, rei e justiceiro

As matas deu pra Oxóssi

Caçador, velho guerreiro

Grandes campos de batalha

Deu pra Seu Ogum guerreiro

Campinas Pai Oxalá

Deu para Seu Boiadeiro

Mar com pescaria farta

Ele deu pra Iemanjá

Os rios para Oxum

Os ventos para Oyá

Lindos jardins com gramados

Deu pras Crianças brincar

Oxalá criou o mundo onde reinam os Orixás

Oxalá criou a terra

Oxalá criou o mar

Oxalá criou o mundo

Onde reinam os Orixás (2x)

O poço deu pra Nanã

A mais velha Orixá

E o Cruzeiro bendito

Deu pras Almas trabalhar

Finalmente deu as ruas

Com estrelas e luar

Pra Exus e Bombogiras

Nossos caminhos guardar

Oxalá criou a terra

Oxalá criou o mar

Oxalá criou o mundo

Onde reinam os Orixás (2x)

permalink

Não é um ponto, mas é uma música linda!!! Minha fé - Zeca Pagodinho  escrito em quinta 21 agosto 2008 19:57


Eu tenho um santo padroeiro, poderoso

Que é meu Pai Ogum

Tenho outro santo

Que me ampara na descida

Que é meu Pai Xangô, Caô!

E quem me ajuda

No meu caminhar, nessa vida

Pra ir na corrida do ouro

É Oxum, é Oxum!

Nas mandingas que a gente não vê

Mil coisas que a gente não crê

Valei-me, meu Pai Atotô Obaluaê!

Obaluaê!

Por isso que a vida que eu levo é beleza

Não tenho tristeza

Só vivo a cantar, cantar!

Cantando transmito alegria

E afasto qualquer nostalgia

Pra lá... sei lá!

E pra quem diga

Que esta minha vida

Não é vida pra um ser humano viver...

Podes crer!

E nas mandingas que a gente não vê

Mil coisas que a gente não crê

Valei-me meu Pai Atotô Obaluaê!

Obaluaê!

permalink

Louvação às Almas (Pretos Velhos)  (Almas) escrito em quinta 21 agosto 2008 20:12


"Adorê as Almas!!!"

Ecoou um canto forte na senzala

Ecoou um canto forte na senzala

Negro canta, negro dança

Liberdade fez valer

Não existe sofrimento

Não existe mais chibata

Só existe esperança

Para um novo amanhecer

Povo negro, povo forte

Trabalhavam pro senhor

E sofriam as maldades

Praticadas pelo feitor

O sangue, o suor e a lágrima

Renovavam a força pra lida

Pois sabiam que o sofrimento

Purificava pra nova vida

Ecoou um canto forte na senzaa

Ecoou um canto forte na senzala

Negro canta, negro dança

Liberdade fez valer

Não existe sofrimento

Não existe mais chibata

Só existe esperança

Para um novo amanhecer

Do Congo, de Angola ou de Mina

Bahia, Aruanda ou Cambinda

São os Velhinhos da Umbanda

Que encaminham nossas vidas

Esquceram o terror da senzala

Do cativeiro as crueldades

E voltaram pra esta terra

Pra prestar a caridade

Ecoou um canto forte na senzala

Ecoou um canto forte na senzala

Negro canta, negro dança

Liberdade fez valer

Não existe sofrimento

Não existe mais chibata

Só exsite esperança

Para um novo amanhecer

 

permalink

Oxum  (Oxum) escrito em quinta 21 agosto 2008 20:28

Ora, Aieiê, Omim!!!

 

Nuvem de poeira d'água

Que sai da cascata da Deusa Oxum

Ora Aieiê, ô!

Nuvem de poeira d'água

Que sai da cascata da Deusa Oxum

Beleza pura, linda e cristalina

Essa Deusa menina com perfume da flor

Encanto doce da natureza

Me inspira beleza, vaidade e amor

Nuvem de poeira d'água

Que sai da cascata da Deusa Oxum

Ora Aieiê, ô!

Nuvem de poeira d'água

Que sai da cascata da Deusa Oxum

Quando se banha na beira do rio

O sol irradia energia e calor

Dona do ouro, Deusa poderosa

Pedra preciosa cheia de esplendor

Nuvem de poeira d'água

Que sai da cascata da Deusa Oxum

Ora Aieiê, ô!

Nuvem de poeira d'água

Que sai da cascata da Deusa Oxum

permalink

Oxum  (Oxum) escrito em quinta 21 agosto 2008 21:06

Ora Aieiê, Omim!!!

Deusa das cachoeiras e cascatas

Companheira de Oxóssi

O dono das matas

E também a rainha de meu Pai Xangô

Eterna...

Com o seu abebê

Quando dança é faceira

És a dona do ouro, ó Mãe verdadeira

Sob o luar de prata

De joelhos eu vou implorar

Seu manto é o meu acalanto na hora da dor

E na minha tristeza meu pranto enxugou

Ora Aieiê, Mãe Oxum!

Rainha do ijexá!

Seu manto irradia alegria

Traz a paz, traz harmonia

Em suas águas eu a vejo se banhar

Ó, Oxum! Como é lindo vê-la a bailar

Vou pedir na cachoeira, Ora aieiê

Nunca me deixe sozinho

Eu sou filho seu

Na sua mina tem ouro

Seu tesouro tem poder

Toda vez que eu precisar

Mamãe Oxum vai me valer

Vou pedir na cachoeira...

permalink